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Arranjo do largo do Pombal

“O alcatrão estava muito degradado e antigamente a zona era toda em pedra, passava lá um ribeiro e tinha uma fonte que vamos reconstruir quando o largo estiver pronto”, recorda José Francisco Branco, justificando a opção pelo cubo: “é uma das zonas mais antigas da freguesia e eu entendo que as aldeias não devem ter alcatrão. Neste momento, tenho 70 por cento da aldeia em cubo e nos próximos quatro anos quero pôr em cubo o que está agora em alcatrão. A tubagem já tem alguns anos, há rebentamentos e é mais fácil para a Junta pôr o cubo depois de restaurar a tubagem do que o alcatrão”.

A intervenção custou cerca de 15 mil euros e o Executivo tenciona agora instalar uma fonte igual à que existia no mesmo local, projecto que está orçado em cerca de 400 euros.

Construção do muro de cargas e descargas
O muro de cargas e descargas foi construído à entrada da freguesia, facilitando as operações de movimentação e transporte da azeitona.

Pavimentação da estrada para a Quinta da Roca
O acesso à Quinta da Roca foi pavimentado, numa operação com uma extensão aproximada de um quilómetro.

Ampliação do cemitério
O cemitério da freguesia foi aumentado em cerca de 1.300 metros quadrados. Durante a intervenção, os passeios no interior da parte nova do cemitério foram construídos em cubo. A obra permitiu ainda a construção e pintura do muro envolvente.

Alargamento da estrada Valverde-Mogadouro

O maior investimento da Câmara na freguesia, no valor de um milhão de euros, veio facilitar a ligação entre Valverde e a sede do concelho. “Era uma obra que já anteriores presidentes de Junta tinham falado com a Câmara. Ao fim de sete anos, conseguimos ter uma estrada nova com alargamento, passando de quatro metros de via para seis e meio”, salienta o presidente da Junta.

“Faltam cerca de três quilómetros de alcatrão, depois será feita a marcação da via e a sinalização. Antes não havia marcações, tínhamos grandes dificuldades em alturas de nevoeiro”, lembra.

Pavimentação do caminho da Côrte
Menos um quilómetro de alcatrão veio melhorar a passagem pelo caminho da Corte, realça José Francisco Branco: “as pessoas tinham dificuldade em atravessar este caminho na parte Sul da aldeia, quer a pé, quer de tractor, era quase só sobre rochas. Falta só fazer as bermas, está quase concluído. Foi uma obra orçada em cerca de 5.000 euros”.

Restauro da Igreja paroquial

O restauro da Igreja durou quase sete anos, mas agora a freguesia pode orgulhar-se de ter “uma das melhores igrejas de Mogadouro”.

“Um dos grandes objectivos que tinha ao entrar para a Junta era o restauro da Igreja. Tornou-se complicado porque custou cerca de 16 mil contos (aproximadamente 79.800 euros), mas a Câmara assumiu que ia comparticipar com cerca de 10 mil euros e a Junta, a Comissão Fabriqueira e a população em geral contribuiu com o resto. Ao fim de seis anos e meio, está totalmente remodelada, falta só mudar uma porta”, explica o presidente da Junta.

Dois depósitos para evitar perda de pressão de água

Quando Valderde passou a receber água da barragem, há cerca de 14 anos, “o poço tinha sido desactivado para ser construído um novo, na parte Sul da aldeia” e, como começaram “a surgir mais casas na parte Nascente da aldeia, que ficavam mais longe”, notava-se que “não havia pressão suficiente”, diz o presidente da Junta.

“Activámos o depósito mais antigo e agora temos dois a servir a aldeia. A parte mais a Norte tem o depósito novo e a Sul é abastecida pelo poço reactivado. Se hoje acontecer algum problema num depósito, é só abrir as torneiras e essa parte da aldeia passa a ser servida pelo outro depósito. Foi uma obra totalmente paga pela Câmara, a Junta não teve qualquer esforço financeiro”.

Junta equipada com material informático e cozinha

O edifício da Junta está equipa para servir 80 lugares sentados, colmatando uma falha antiga. “Havia dificuldades, quando fazíamos algum evento no salão novo, porque faltava uma cozinha. Tínhamos um terraço descoberto e fizemos uma cobertura, equipando uma cozinha na totalidade, incluindo churrasqueira, fogão, lavatório, pratos, mesas e cadeiras”, justifica José Francisco Branco.

A Junta comprou ainda equipamento informático, mesa para reuniões e ar condicionado, “porque a sala era muito quente no Verão e fria no Inverno”. Segundo o presidente, “foi um projecto de 18 mil euros comparticipado em 50 por cento pela CCDR Norte. Dentro da nossa parte, conseguimos ir buscar uma comparticipação da Câmara Municipal, ficando a Junta com uma parte de 5.000 ou 6.000 euros”.

O próximo objectivo é transferir a sala de atendimento aos fregueses para a antiga escola primária. “Esta aldeia tem 70 por cento das pessoas com uma certa idade e, quando precisam de tratar de algum assunto, sentem algumas dificuldades porque têm um vão muito grande de escada para subir. A escola está desactivada e na nossa posse, vou passar o atendimento para lá”.

Nicho de Nossa Senhora de Fátima
O alcatrão estava danificado e a Junta optou pelo cubo, valorizando esteticamente o espaço.

 

 

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